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sábado, 10 de março de 2012

Ecad - a justiça decidiu que a cobrança é ilegal

Já falei sobre o Ecad aqui na época em que estava preparando o meu casamento e o assunto deu o que falar.
Podem conferir os posts anteriores aqui:

ECAD - A cobrança em festa de casamento é ou não legal?

ECAD - Informações e simulações de cálculos


Agora trago uma notícia fresquinha, tão fresquinha que ainda cabe recurso da sentença que decidiu o óbvio, que não deve haver cobrança do Ecad em festas de casamento.
Essa decisão foi no Rio de Janeiro, em Juizado Especial.

Confira a notícia publicada no jornal O Globo.

Ecad é condenado a ressarcir noiva por cobrança em casamento

Entidade tem 15 dias para recorrer da sentença, que pode abrir precedentes para eventos semelhantes

Ecad foi condenado a pagar R$ 5 mil reais a casal de noivos Foto: Berg Silva / Agência O Globo Ecad foi condenado a pagar R$ 5 mil reais a casal de noivos Berg Silva / Agência O Globo
RIO - Depois de quase dez anos de uma união que gerou três filhos, a advogada Kadja Brandão Vieira e o ex-oficial da Marinha Renato José da Cunha Faria decidiram enfim celebrar o casamento. Para sediar a festa, marcada para o dia 27 de novembro de 2010, escolheram as instalações da Ilha Fiscal. Ao assinar o contrato de locação, a noiva foi informada de que deveria pagar uma taxa referente aos direitos autorais das músicas que viriam a ser trilha sonora do enlace. Além do vestido, bufê e todas as altas despesas geradas por uma festa deste porte, Kadja e o marido desembolsaram mais R$ 1.875, destinados ao ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, o Ecad. Passadas as comemorações, os dois decidiram entrar com um processo contra a cobrança do Ecad e, nesta terça-feira, segundo nota publicada na coluna de Ancelmo Gois, o juiz Paulo Roberto Jangutta, do 7º Juizado Especial Cível do Rio, condenou o Ecad a indenizar Kadja e Renato em R$ 5 mil, além de devolver a quantia paga pelo casal.
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Para o magistrado, o casamento é, por definição, "uma festa íntima, na qual inexiste intenção lucrativa, seja de forma direta ou indireta. Festas de casamento podem ser realizadas com fim religioso, como celebração de um ritual civil ou como mera comemoração de uma realização pessoal, porém, não lhes é inerente qualquer aspecto empresarial, ainda que se trate de um evento de alta produção", escreveu Jangutta em sua sentença, abrindo precedentes para que outros cônjuges também questionem o pagamento judicialmente. A partir de agora, o Ecad tem dez dias para pagar o valor devido ou mesmo recorrer da sentença. Especialista em Direito marítimo, Kadja conta que em nenhum momento durante os preparativos para o casamento concordou com a cobrança.
- Quando soube da existência desta taxa, me senti lesada. Até pela forma como a cobrança é feita: me enviaram um formulário por e-mail, preenchi, mandei de volta para o Ecad com uma cópia do contrato do aluguel do espaço e recebi um boleto de pagamento. Não tive a oportunidade de negociar e nem mesmo de entender a que aqueles R$ 1.875 se referiam. - contou a advogada ao GLOBO, por telefone.
Relatos de festas que teriam sido interrompidas por decisão do Ecad intimidaram os noivos, que decidiram acatar a decisão.
- Quando você organiza uma festa de casamento, você tem mil coisas para decidir e resolver, brigar na Justiça não é uma opção. Só recebi o boleto de pagamento numa sexta-feira à noite, na vespéra do casamento e me desesperei, porque já não tinha como pagar àquela hora. Fiz minha mãe subir ao altar com um o talão de cheques na bolsa, estava tudo pronto para o caso de os fiscais do Ecad aparecerem. Felizmente isso não aconteceu, mas na volta da lua de mel precisei entrar em contato com eles novamente para pedir uma segunda via do boleto e então efetuar o pagamento. Se eu não pagasse, havia o risco de eles cobrarem da Marinha, responsável pela Ilha Fiscal.
Resolvida a questão, Kadja enfim decidiu entrar com um processo para reaver o dinheiro junto ao Ecad. Segundo a advogada, que representou a si mesma no processo, o valor cobrado foi calculado não com base nas horas ou na quantidade de músicas tocadas, mas em cima de uma porcentagem do valor pago pelo aluguel do salão.
- Se eu fizesse minha festa no playground do meu prédio ninguém iria me importunar, pois a lei discrimina que festas realizadas em domicílio ou mesmo em igrejas são familiares, mas o Ecad encontrou uma brecha para cobrar a taxa de casamentos realizados em outros locais. Ou seja, porque juntei dinheiro a vida toda para fazer a festa dos meus sonhos, eu teria que pagar um valor extorsivo e sem fundamento. Nem o DJ da festa recebeu cachê, foi um amigo que nos fez a trilha como um presente, os impostos acabaram saindo ainda mais caros.
Com a contestação da cobrança, os noivos esperam servir de exemplo para mais casais ou mesmo realizadores de eventos sem fins lucrativos e que, portanto, não estão ganhando com a execução de músicas durante o evento.
- Estou disposta a orientar quem precisar, minhas amigas que estão de casamento marcado já me procuraram pedindo ajuda. Faço questão de comprar essa briga porque não acho justo - completou a advogada, que esperou por três meses até a divulgação da sentença. Procurado pela reportagem de O GLOBO, o Ecad ainda não se pronunciou.
* Colaborou Eduardo Almeida

E aí, gostaram? :)

sábado, 5 de novembro de 2011

Uma mensagem para quem tem orçamento apertado (e mais um pouco sobre custo da igreja)

Transcrevo abaixo uma resposta que escrevi a um email de uma pessoa preocupada se conseguiria fazer seu casamento com pouco dinheiro. Outras pessoas responderam também e a questão que ficou para mim foi: para ter o casamento dos seus sonhos é preciso se endividar?


Escrevi um trabalho (felizmente premiado e que me rendeu R$ 12.000, devidamente usado na viagem para Europa, quando fiquei noiva de surpresa, isso é assunto para outro post), sobre Consumidores superendividados e confesso que me incomoda muito toda atmosfera para que se faça dívidas como se não houvesse amanhã. Para dívida sempre haverá amanhã, para o amor (infelizmente) nem sempre.
Por tanto, um leve choque de realidade e uma prova de que é possível realizar um sonho com um orçamento real.
===
Eu gastei uns R$ 16.000 no ano passado, isso incluindo papelada, roupa, casamento na igreja com festa para 100 pessoas, noite de nupcias num hotel em Copacabana, 2 fotógrafos e 2 filmando.


Mas pesquisei muito. Deixei sim de fazer uma coisa ou outra que queria. Escolhi um fotógrafo que gostei, mas gostei muito tb de outros que eram mais caros, por exemplo. Queria contratar um serviço a parte de fotos que faz uma revista no final, mas seria um supérfluo que precisei cortar. Fui prática e mantive meu sonho dentro da minha realidade para terminar tudo sem crediário.

Ganhamos presentes que somaram cerca de R$ 16.000, no final fizemos uma festa deliciosa, tivemos muitas recordações, e praticamente montamos a casa.

Ou seja, se não tivéssemos feita a festa iríamos gastar do mesmo jeito para comprar geladeira, máquina de lavar, cama, fogão, som, rack, estante, DVD player (ganhamos um player e um player gravador maravilhoso), copos, talheres, jogos de pratos, vasilhas para servir comida, sofá, mesa de jantar, batedeira, liquidificador, torradeira, faca elétrica, CD player e caixa de som para o carro, GPS, entre outros muitos presentes que adoramos.

Valeu MUITO a pena, mas meu conselho para quem não tem um orçamento grande é: não caia no "já que". Isso foi dito para mim por uma cerimonialista/decoradora e adorei. Ela comentou que o céu é o limite e que as pessoas tendem a cair nessa do "já que estou fazendo isso faço mais aquilo", "já que" qualquer coisa... serve para você convidar mais e mais gente, escolher o salão mais caro, etc. etc. etc.

Ah, minha avó, quando soube que casaríamos, falou que nos daria R$ 20.000. Amamos, claro! Mas... ela deu R$ 5.000 e depois nada mais. Sorte que nos mantivemos sempre com o nosso orçamento e, como falei para o Fernando, se ela desse o dinheiro serviria para recompor a poupança e não para cairmos no "já que".

Não quero desanimar ninguém, só dizer que é possível sim manter um orçamento, se casar com uma festa lista e inesquecível e não terminar estressado com uma dívida logo após a volta da lua de mel e da realidade

Se jogue no casamento, no amor, na cumplicidade, na amizade, mas não no cheque especial ou no crediário.


Beijos e seja feliz :)


Ah, e não caia na balela de "estão fazendo muito isso", "isso está se usando muito". Faça como você gosta, porque modismo passa e depois as fotos ficam. rs


Essas fitas no corredor da igreja, por exemplo, eu resgatei de uma foto que vi do casamento da minha mãe (dias antes de fechar a decoração) que foi na mesma igreja. Adorei!
"Não se usa mais", foi o que a floricultura disse. 
Mas consegui convencer as outras 3 noivas que além de mais barato seria menos arriscado, já que entrariam com vestidos armados abraçadas aos seus pais, além do que seria mais barato que as heras tão usadas. Deu certo! :)
Não falei que para mim seria uma questão afetiva (e que para mim eram mais bonitas). Apelei para o que seria interessante para elas.
Enxuguei um pouco mais o custo da decoração da igreja e consegui usar as fitas que tinha sonhado.
Viu, isso é só uma das situações em que deu sim, para realizar um desejo com um "orçamento pé no chão". 

Informação útil: essa capela cobrou apenas R$ 250. Sim, é sério. 

É uma capela tradicional, com estacionamento privativo, segurança e que pertence ao Palácio Guanabara, onde o Governador trabalha.
E, antes, quem frequentava eram os presidentes até a capital do país mudar para Brasília. Chique assim. :)

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A burocracia continua

Como vocês sabem (ou vão descobrir), quando se casa no religioso com efeito civil, após a cerimônia religiosa precisamos voltar até a igreja (ou paróquia responsável, no nosso caso no Largo do Machado) para pegar um documento assinado pelo padre (que terá a firma reconhecida), para depois então levar ao cartório onde correram os proclamas para que seja registrado o casamento e finalmente nossa certidão de casamento fique pronta.
Peraí, ela só fica pronta depois de 15 dias da data da entrega do documento. Está achando que é simples? rss

Beemmm, como aconteceu na época pré-casamento que só demos entrada na papelada pouco mais de 30 dias antes do grande dia, só entregamos o documento da igreja no cartório hoje, último dia do prazo (se contarmos os 90 dias incluindo o dia do casamento - preferimos não entrar em discussão sobre forma de contar prazo, como advogados já estamos cansados disso, rs).

Pois é, na semana passada alguém da igreja ligou para nos lembrar que precisávamos buscar o papel (como se eu pudesse esquecer). Fomos lá, mas para nossa surpresa o cartório onde teríamos que reconhecer a firma não era o que tinha ali pertinho, mas um no Estácio. Atenção para as noivas que casarão na Capela Santa Teresinha!!! Por conta desse detalhe inesperado acabamos atrasando mais um pouco e na segunda-feira (anteontem) fomos ao Estácio reconhecer a firma.

Ah, quase esqueci, hoje precisamos pagar ao cartório mais R$ 42 e ainda esperar 15 dias para pegar a certidão. Ninguém merece!!

Confesso que não vejo a hora de pegar nossa certidão de casamento. Aí vou ser "a" casada. rs

A partir daí virão outras burocracias: o Fernando me incluir como dependente no seu trabalho, mudar a conta corrente para Niterói e fazer logo conjunta etc. etc. etc.
Quase me arrependi por não ter incluído o nome dele no meu. Confesso que queria ser "Sr. e Sra. qualquer coisa" kkkkk

domingo, 19 de setembro de 2010

RELATO 10 - Decoração da Igreja: A Roseira


Nota: 9
Éramos 4 noivas, então não existiam grandes possibilidades para criar. Ficamos nas tradicionais flores brancas. Consegui (eba!) que aceitassem a idéia das fitas entre os bancos, em substituição à hera. Vi essas fitas uma semana antes na foto do casamento dos meus pais na mesma Capela. Claro que ao dar a idéia para as outras noivas lá na Roseira não falei isso, para não influenciar.
Elas gostaram por dois motivos: fica mais barato e com menos volume. Considerando ser uma capela, fica mais leve para passarem. A noiva das 18 h até comentou que era meio desastrada e que gostou da idéia para não correr risco de sair levando hera. kkk
Eu sou o tipo de noiva que gosta de sair um pouco do mais óbvio, por isso fico buscando alternativas da minha cabeça e adoro quando dá certo. :))

Pelo atendimento RECOMENDO COM MUITA RESSALVA. Querem impor que a decoração seja feita por eles. O Seu Vicente (que eu não cheguei a conhecer pessoalmente) até me ligou para falar maravilhas da Roseira e da Dilma, que havia sido grossa comigo ao telefone. No meu caso, ainda quiseram reclamar que eu estava dificultando o contato, só que eu havia conhecido 2 outras noivas no curso de noivos e nenhuma delas havia recebido telefonema da Roseira. Pedi para darem meu telefone para a quarta noiva, já que tinha os telefones das outras 2. Mas parece que vão deixando mesmo para cima da hora de propósito, porque aí as noivas (que não são tão “calmas” quanto eu e não entendem como alguém fecha um contrato semanas antes) ficam pilhadas para fecharem logo com a Roseira.

Conseguimos negociar preço porque peguei dica na lista para levar orçamento de outro lugar. Deu certo. Obrigada meninas! ;)

Pela execução RECOMENDADÍSSIMO.
Pelo conjunto apenas RECOMENDO.


Obs. Fotos não oficiais. Primos dos noivos.

domingo, 22 de agosto de 2010

RELATO 6 - Clube Gurilândia - excelente descoberta para a nossa recepção

Procuramos vários lugares para fazer a nossa recepção até encontrar o Gurilândia, onde fechamos felizes da vida. Queríamos um local que combinasse com a gente, que fosse perto da igreja, fácil para estacionar (não precisava ter estacionamento), acessível para quem tivesse dificuldade de locomoção e o mai$$ importante: pudesse levar tudo de fora, bufê, decoração...
Vimos lugares, como Clube Fluminense, que até o DJ era escolha ($$) deles.
Como queríamos uma festa com o nosso jeito e com preço que podíamos pagar (sem ficar com dívidas) o Gurilândia caiu como uma luva.



Salão: Gurilândia Clube



Nota: 10

Descobrimos através da lista que era possível fazer festa no Gurilândia. Fomos lá conferir e adoramos o local e a localização. O preço convidativo e a opção de poder levar tudo de fora baratearam bem os custos finais.

O caminho entre a Capela e o clube é fácil e em ambos os locais foi possível aos convidados encontrar vagas com facilidade. Coloquei os detalhes no site do casamento para que todos os convidados pudessem ter acesso.

O salão ficou bem como queríamos, aconchegante, no estilo de quem está recebendo amigos em casa.

Na frente do salão, do lado de fora, há um parquinho que fez sucesso. Tem muitas fotos fofas das crianças brincando lá. Ainda do lado de fora, mas do outro lado, tem mesas e cadeiras onde era possível o fumante ficar sem incomodar. A temperatura do salão estava ótima (ele possui 5 aparelhos de ar).

Dentro do clube ficaram estacionados três carros: um de cada família e outro dos noivos.

O noivo, agora marido, disse ter achado o lugar inesquecível.

RECOMENDADÍSSIMO!!


Várias fotos que tiramos do Gurilândia estão disponíveis no meu álbum no Picasa.

domingo, 8 de agosto de 2010

RELATO 1 - Nosso casamento em partes

Preparei um relato (que ficou bem grande) para enviar para o grupo Noivas Rio e irei colocá-lo todo no blog, mas em partes, para ficar separado por assunto. Nesse relato tive a contribuição do maridão, que desde o início adorou a idéia de eu participar da lista, criar blog, conversar com outras noivas. Eu falo de vocês e ele se interessa, é muito legal. São incontáveis as dicas que aproveitamos da lista, dos blogs e dos sites.

Acho que no relato dá para ter uma boa noção do que planejamos para nosso casamento, os acertos e os erros. Mas estou totalmente à disposição para esclarecer qualquer dúvida.

Nosso orçamento era baixo e conseguimos nos manter na linha. Anteontem o Fernando fez as contas por alto e nosso casamento estava em pouco menos que R$ 15.000 (festa programada para ter entre 100 e 110 presentes, fora as crianças).

Minha mãe me deu os parabéns e disse ter ficado orgulhosa em ver a festa tão linda, com tantos detalhes e sabendo que tudo foi organizado por nós.

Tive muita ajuda do Fernando que foi um noivo completamente participativo, com quem pude conversar muito e desabafar também.

Nós tivemos muita alegria ao nos mudarmos para Niterói, nesse apartamento que estamos adorando. Ganhamos presentes ótimos de pessoas muito queridas, inclusive minha irmã, que ainda em dezembro, comprou uma louça de porcelana linda com pratos, até xícaras de café, além dos talheres. Ganhamos também geladeira, máquina de lavar, fogão, cama com colchão, antes mesmo de iniciar a lista de presentes.

Depois, com a entrega dos convites, ganhamos muitos presentes que adoramos, mesmo estando fora das listas, e dentro das listas estamos com ótimos créditos nas 4 lojas escolhidas. O saldo entre gastos e presentes foi positivo. :)) Mas claro que não fizemos uma festa pensando nisso, o que não quer dizer que não ficamos mega-felizes. Afinal, tantos presentes representam real economia para montarmos nossa casa, né? Posso dizer que a casa toda poderá ser montada com os presentes (o apartamento já possui todos os armários embutidos, o que facilita muuuito).

Ah, ainda sobre presentes, ganhamos do tio/padrinho do Fernando as passagens para Buenos Aires, que amamos.

Por falar em Buenos Aires, criei neste sábado à noite um blog para colocar as fotos e os detalhes da viagem: Lua de Mel em Buenos Aires (http://luademelembuenosaires.blogspot.com). Ainda vou dar uma melhorada no visual do blog. :)

Lembrei do email enviado outro dia por outra recém-casada sobre o vazio do pós-casamento (pós-celebração), e adianto que minha mãe comentou várias vezes que ficava preocupada comigo, porque eu estava muito absorvida pelos preparativos e ela achava que eu não teria o que fazer depois e ficaria desanimada. Posso dizer que ainda não tive tempo dessa ficha cair. Do casamento corremos para fazer as malas para lua de mel, de lá chegamos em casa e eu caí de cama com febre e muita tosse, melhorei ontem e consegui parar para fazer o relato, temos que escolher as músicas do vídeo, enviar fotos da lua de mel para colocarem no vídeo, estava selecionando fotos para colocar no nosso álbum virtual para os convidados verem, e ainda estou louca para ir visitar minha mãe, que só tenho falado por email e telefone. Na quarta-feira à noite ainda fui para o curso de mediação na OAB, no Centro. Posso dizer que, por enquanto, ainda estou na correria do casamento, até porque o Fernando está de férias até amanhã. Depois eu conto como vão ficando as coisas quando a ficha for caindo. rs

domingo, 8 de novembro de 2009

Escolha do local da recepção - A saga continua

Fui com meu noivo querido na quarta-feira passada no Leme Tênis Clube saber mais detalhes sobre o serviço de bufê, que lá é exclusivo.
Gostamos mas ainda não fechamos. Combinamos de voltar no dia 21 para fazermos uma degustação mais completa, a que fizemos foi no lançamento da revista Noivas Rio de Janeiro.
A Mariana, da Mel Eventos, é simpática e recomendo para quem também está, como a gente, procurando um lugar na Zona Sul (RJ) para a recepção.


Mas como toda boa noiva, fiquei agora interessadíssima em conhecer o Gurilândia Clube, que fica em Botafogo, ainda mais perto da Capela do Palácio Guanabara. Descobri o lugar através de indicação de uma noiva do grupo do Yahoo. Ela foi lá e fez algumas fotos que coloquei no meu ábum do Picasa. Meu noivo conhecia o lugar, brincava lá quando criança, mas nem havia lembrado. Essa semana iremos lá conferir mais detalhes. O que sei até agora é o valor do aluguel, que tem mesas e cadeiras, e permite bufê e todo o resto de fora. NÃO tem exclusividade, o que ADORO!!!
Volto para contar mais detalhes e trazer mais fotos depois que for lá.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ECAD - Informações e simulações de cálculos


Para quem não sabe, o ECAD é o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição é uma sociedade civil, de natureza privada, instituída pela Lei Federal nº 5.988/73 e mantida pela atual Lei de Direitos Autorais brasileira – 9.610/98.

Ele cobra os direitos autorais das músicas tocadas (ao vivo ou de forma eletrônica) nos mais diversos eventos, inclusive casamentos. Descobri recentemente que também deveriam ser pagos direitos autorais em festa de casamento. Li em mais de uma proposta de prestação de serviço que o contratante (nós noivos) que serão os responsáveis pelo pagamento.

Segue contribuição do meu amado noivo, que me passou o link do ECAD já com as informações fundamentais para quem organiza casamentos.

Lá eles informam detalhes sobre a cobrança de direitos autorais e oferece simulações.

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terça-feira, 22 de setembro de 2009

Esse eu não conhecia: Consórcio para pagar casamento

Consórcio parcela casamento em até 48 vezes de R$ 109
Andrea Machado
Cristiane Campos

A nova lei de consórcio cria uma alternativa para quem planeja casar sem peso no bolso. A inclusão do item "serviços" permite que as administradoras ofereçam cotas para custear a cerimônia, festa, lua de mel, dia da noiva e noite de núpcias. Com R$ 109 por mês, os pombinhos já podem começar a programar a festa dos sonhos. A Rodobens Consórcio e a Embracon oferecem a modalidade. As cotas são vendidas a partir de R$ 4 mil, com prazo de pagamento de até 48 meses.

A contemplação da carta de crédito acontece por sorteio ou lance. As parcelas e o valor da carta são corrigidos anualmente por um índice de inflação. O sistema cobra taxa de administração, seguro e, em alguns casos, fundo de reserva.

Segundo o diretor-executivo da Rodobens Consórcio, Sebastião Cirelli, o modelo é novo e pode ser usado para custear todo o casamento. "Esse é um mercado que não permite um parcelamento mais longo, ou seja, no máximo, até o dia da cerimônia. Por isso, as cotas de consórcio vão ajudar. Isso permite que o casal possa adequar o valor da cota ao orçamento mensal", explica Cirelli.

Outra vantagem é que os noivos podem comprar mais de uma cota para aumentar o valor do crédito. De acordo com o gerente regional da Embracon, Antônio Mizael Catharino, as cotas de serviços já contam com três grupos com 144 participantes cada um. "Temos cartas que vão de R$ 5 mil a R$ 20 mil, com prazo de 36 meses", diz Catharino. Ele lembra que há o sorteio com lance fixo de 25%. Há ainda o lance facilitado. Se a pessoa não tiver dinheiro para antecipar a carta, pode utilizar 25% do valor, percentual que será abatido na entrega do dinheiro.

Noivos mais prevenidos, que temem que um imprevisto atrapalhe a festa, têm outra opção: contratar o "Casamento Seguro", que, desde abril, cobre cerimônias em todo o País. Com apenas R$ 55 por mês, é possível cobrir, por exemplo, o cancelamento da cerimônia.


Contratos e acordos apenas por escrito
O que era para ser uma noite de sonhos quase se transformou em pesadelo para a analista de sistemas Samira Tavares, 23 anos. Problemas com uma fornecedora de canecas personalizadas e com o DJ deram muita dor de cabeça para a noiva. Para evitar que esses problemas ocorram, o Procon de São Paulo elaborou um guia para evitar que os casais caiam em roubadas.

A orientação, em primeiro lugar, é pesquisar muito e comparar preços. Acordo boca a boca está proibido. Tudo deve ser registrado em contrato para que, caso haja algum problema, os noivos possam reclamar, inclusive, judicialmente.

"Comprei umas canecas pela Internet, mas a fornecedora até hoje não as entregou. Ela até devolveu meu dinheiro, mas muitas meninas não conseguiram e entraram na Justiça", contou Samira. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, se o combinado não for executado, a pessoa poderá exigir o cumprimento forçado da obrigação, aceitar outro produto equivalente ou ainda a restituição da quantia paga.

As formas de pagamento, os descontos e toda a descrição dos serviços e produtos também devem estar estabelecidos nos contratos.

Criatividade e pé no chão evita dívidas
Unir forças desde o noivado é o conselho de Gustavo Cerbasi. Para o autor de Casais inteligentes enriquecem juntos, a organização do casamento é um ensaio para a vida juntos. "Em vez da soma de orçamentos individuais, o casal constrói vida financeira única", defende. O consultor Reinaldo Domingos reforça que é preciso ser realista e respeitar seu padrão de vida na festa.

A dentista Taís Lima juntou dicas da Internet e criatividade e dispensou o decorador. Usou docinhos clássicos em vez dos fondados. Com vidros reciclados, decorou as mesas e gastou seis vezes menos: "Tive medo de ficar feio ou brega, mas todos gostaram".

Reinaldo recomenda aplicações de curto prazo como poupança ou CDB, mas é preciso cortar gastos. "Não dá para ter tudo ao mesmo tempo", diz. Para Cerbasi, no noivado, vale cortar gastos com lazer e roupas. "O sacrifício vale a pena com prazo e uma boa recompensa", ensina.

Emanuelle Missura, cerimonialista, indica itens que têm que ser garantidos: visual da noiva, foto/filmagem, bufê e som. "Para gastar menos, a dica é ter uma lista de convidados enxuta. Com isso, dá para economizar em vários itens", conta.

Como preparar o bolso
- R$ 25 mil
Em consulta a 40 noivas feita pelo jornal O DIA, esse foi o valor médio do orçamento total da festa de casamento, incluindo desde o vestido até a documentação civil e religiosa. Um terço delas pretende gastar até R$ 14 mil e outro terço vai investir mais de R$ 40 mil.

- R$ 960
Segundo Reinaldo Domingos, se o casal poupar esse valor todo mês em aplicação com rendimento de 0,7%, alcançará R$ 25 mil em dois anos. Em um ano, o valor seria atingido com parcelas de R$ 2.005. O conselho é juntar o dinheiro para evitar dívidas.

Mais dicas
- Processo civil
Casar no papel custa caro. É preciso reconhecer firma (R$ 4,77), autenticar documentos (R$ 4,89) e pagar cerca de R$ 250 para a habilitação matrimonial.

- Fim da cobrança
Cartórios também exigem certidão de nascimento atualizada, que custa, pelo menos R$ 40. Mas, em breve, a exigência cairá. A Corregedoria de Justiça vai editar um aviso suspendendo a necessidade da atualização.

- Igreja
O casamento na Igreja Católica exige que os noivos entreguem a certidão de batismo atualizada (é paga). Ainda é preciso pagar taxas para a igreja e curso de noivos.

Ecad: Em festas com música, os noivos devem pagar ao Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição). O cálculo varia: 15% do valor do contrato ou de acordo com metragem do local. Há decisões na Justiça contrárias e a favor do pagamento.

O Dia - Domingo, 30 de agosto de 2009, 10h13
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