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sábado, 5 de novembro de 2011

Uma mensagem para quem tem orçamento apertado (e mais um pouco sobre custo da igreja)

Transcrevo abaixo uma resposta que escrevi a um email de uma pessoa preocupada se conseguiria fazer seu casamento com pouco dinheiro. Outras pessoas responderam também e a questão que ficou para mim foi: para ter o casamento dos seus sonhos é preciso se endividar?


Escrevi um trabalho (felizmente premiado e que me rendeu R$ 12.000, devidamente usado na viagem para Europa, quando fiquei noiva de surpresa, isso é assunto para outro post), sobre Consumidores superendividados e confesso que me incomoda muito toda atmosfera para que se faça dívidas como se não houvesse amanhã. Para dívida sempre haverá amanhã, para o amor (infelizmente) nem sempre.
Por tanto, um leve choque de realidade e uma prova de que é possível realizar um sonho com um orçamento real.
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Eu gastei uns R$ 16.000 no ano passado, isso incluindo papelada, roupa, casamento na igreja com festa para 100 pessoas, noite de nupcias num hotel em Copacabana, 2 fotógrafos e 2 filmando.


Mas pesquisei muito. Deixei sim de fazer uma coisa ou outra que queria. Escolhi um fotógrafo que gostei, mas gostei muito tb de outros que eram mais caros, por exemplo. Queria contratar um serviço a parte de fotos que faz uma revista no final, mas seria um supérfluo que precisei cortar. Fui prática e mantive meu sonho dentro da minha realidade para terminar tudo sem crediário.

Ganhamos presentes que somaram cerca de R$ 16.000, no final fizemos uma festa deliciosa, tivemos muitas recordações, e praticamente montamos a casa.

Ou seja, se não tivéssemos feita a festa iríamos gastar do mesmo jeito para comprar geladeira, máquina de lavar, cama, fogão, som, rack, estante, DVD player (ganhamos um player e um player gravador maravilhoso), copos, talheres, jogos de pratos, vasilhas para servir comida, sofá, mesa de jantar, batedeira, liquidificador, torradeira, faca elétrica, CD player e caixa de som para o carro, GPS, entre outros muitos presentes que adoramos.

Valeu MUITO a pena, mas meu conselho para quem não tem um orçamento grande é: não caia no "já que". Isso foi dito para mim por uma cerimonialista/decoradora e adorei. Ela comentou que o céu é o limite e que as pessoas tendem a cair nessa do "já que estou fazendo isso faço mais aquilo", "já que" qualquer coisa... serve para você convidar mais e mais gente, escolher o salão mais caro, etc. etc. etc.

Ah, minha avó, quando soube que casaríamos, falou que nos daria R$ 20.000. Amamos, claro! Mas... ela deu R$ 5.000 e depois nada mais. Sorte que nos mantivemos sempre com o nosso orçamento e, como falei para o Fernando, se ela desse o dinheiro serviria para recompor a poupança e não para cairmos no "já que".

Não quero desanimar ninguém, só dizer que é possível sim manter um orçamento, se casar com uma festa lista e inesquecível e não terminar estressado com uma dívida logo após a volta da lua de mel e da realidade

Se jogue no casamento, no amor, na cumplicidade, na amizade, mas não no cheque especial ou no crediário.


Beijos e seja feliz :)


Ah, e não caia na balela de "estão fazendo muito isso", "isso está se usando muito". Faça como você gosta, porque modismo passa e depois as fotos ficam. rs


Essas fitas no corredor da igreja, por exemplo, eu resgatei de uma foto que vi do casamento da minha mãe (dias antes de fechar a decoração) que foi na mesma igreja. Adorei!
"Não se usa mais", foi o que a floricultura disse. 
Mas consegui convencer as outras 3 noivas que além de mais barato seria menos arriscado, já que entrariam com vestidos armados abraçadas aos seus pais, além do que seria mais barato que as heras tão usadas. Deu certo! :)
Não falei que para mim seria uma questão afetiva (e que para mim eram mais bonitas). Apelei para o que seria interessante para elas.
Enxuguei um pouco mais o custo da decoração da igreja e consegui usar as fitas que tinha sonhado.
Viu, isso é só uma das situações em que deu sim, para realizar um desejo com um "orçamento pé no chão". 

Informação útil: essa capela cobrou apenas R$ 250. Sim, é sério. 

É uma capela tradicional, com estacionamento privativo, segurança e que pertence ao Palácio Guanabara, onde o Governador trabalha.
E, antes, quem frequentava eram os presidentes até a capital do país mudar para Brasília. Chique assim. :)

domingo, 22 de agosto de 2010

RELATO 6 - Clube Gurilândia - excelente descoberta para a nossa recepção

Procuramos vários lugares para fazer a nossa recepção até encontrar o Gurilândia, onde fechamos felizes da vida. Queríamos um local que combinasse com a gente, que fosse perto da igreja, fácil para estacionar (não precisava ter estacionamento), acessível para quem tivesse dificuldade de locomoção e o mai$$ importante: pudesse levar tudo de fora, bufê, decoração...
Vimos lugares, como Clube Fluminense, que até o DJ era escolha ($$) deles.
Como queríamos uma festa com o nosso jeito e com preço que podíamos pagar (sem ficar com dívidas) o Gurilândia caiu como uma luva.



Salão: Gurilândia Clube



Nota: 10

Descobrimos através da lista que era possível fazer festa no Gurilândia. Fomos lá conferir e adoramos o local e a localização. O preço convidativo e a opção de poder levar tudo de fora baratearam bem os custos finais.

O caminho entre a Capela e o clube é fácil e em ambos os locais foi possível aos convidados encontrar vagas com facilidade. Coloquei os detalhes no site do casamento para que todos os convidados pudessem ter acesso.

O salão ficou bem como queríamos, aconchegante, no estilo de quem está recebendo amigos em casa.

Na frente do salão, do lado de fora, há um parquinho que fez sucesso. Tem muitas fotos fofas das crianças brincando lá. Ainda do lado de fora, mas do outro lado, tem mesas e cadeiras onde era possível o fumante ficar sem incomodar. A temperatura do salão estava ótima (ele possui 5 aparelhos de ar).

Dentro do clube ficaram estacionados três carros: um de cada família e outro dos noivos.

O noivo, agora marido, disse ter achado o lugar inesquecível.

RECOMENDADÍSSIMO!!


Várias fotos que tiramos do Gurilândia estão disponíveis no meu álbum no Picasa.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

RELATO 4 - Sapato da noiva (e Havaianas)

Sapato da noiva: Rosa pink com laço atrás, da Datelli



Nota 1000 para o Zé e nota 10 para o sapato

Ganhei de presente de um amigo nosso, Zé Wilson.

Havíamos ido entregar o convite na casa desse amigo, aqui em Niterói e quando estávamos de saída lembramos da sacola que tínhamos esquecido na cozinha. Quando o Fernando foi buscar comentei que tinham cartões de lojas que passamos no caminho porque estávamos procurando um sapato rosa para mim. Ele na mesma hora disse que iria me dar de presente. Fiquei vermelha de vergonha (sou assim mesmo, rs), mas ele já foi dizendo que eu devia calçar 37 e que iria comprar, para eu ficar tranqüila. Saí de lá meio sem jeito e dois dias depois ele entregou para o Fernando, no trabalho, o sapato. Quando a gente abriu à noite até me emocionei. Era exatamente o modelo que havia experimentado na Datelli e que estava namorando meio sem jeito por conta do preço. A-M-E-I !!!

O sapato é tudo de bom, muito lindo e confortável.

RECOMENDADÍSSIMO!!!

Mesmo com um sapato tão confortável, fiz questão de levar um par de Havaianas para o final da noite. Foi uma excelente decisão, porque dancei muuuito, e fiquei muuuito tempo em pé conversando com os convidados, tirando fotos, indo em cada mesa.
Por isso, minha dica é: LEVE um chinelo ou um sapato baixo para trocar no momento que achar adequado, porque ninguém merece noiva sem conseguir andar por conta de dor no pé.
Lembre-se, no dia seguinte você vai acordar com o seu marido e irá querer ter pé para pisar no chão. :)
Eu escolhi um modelo de Havaianas que tinha tudo a ver com minha roupa (rosinha e com tiras prateadas), e meu estilo. E, agora, sempre que olho para ela lembro do casamento. Uma delícia :)))))



sábado, 30 de janeiro de 2010

Bebidas para a recepção: quais devo servir?

Ainda não definimos quais bebidas iremos ofecer na recepção.
No buffet terá refrigerante, água, cerveja e coquetel. E sei que é pouca variedade. Aí começa a polêmica... rs

Primeiro havia pensando em acrescentar whisky e prosseco.
Depois fiquei na dúvida se poderia sair muito caro e dar muito trabalho comprar e levar as garrafas.
Além do que os bufês costumam cobrar um garçon extra para servir whisky.

Pensei em substituir por open bar, mas estou achando pouco, principalmente para o pessoa mais velho que não vai querer ficar levantando.
Aí me veio a idéia do vinho, aproveitando que será inverno.

Vocês acham que ficaria legal servir refrigerante, água, cerveja, coquetel (bufe), vinho e open bar (será coquetel com mini-porções)?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O que é amar? - noivo viajando

Como algumas sabem, meu noivo está viajando (passou Natal e Revéillon longe) e volta na próxima segunda-feira (11/01). Não vejo a hora... a saudade está batendo.

Felizmente temos nos comunicado da forma que dá, na maioria das vezes por email, e de vez em quando, como hoje, por telefone. Como é gostoso ouvir a voz de quem a gente ama, né? Parece que está tão pertinho...
Hoje, em um dos vários emails que ele me enviou (rs) veio um texto para eu ler que achei bem interessante e deixo aqui para vocês também lerem.

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O que é amar?

Qua, 06 Jan, 10h12
Por Sandra Maia*/Especial para BR Press
 
(BR Press) - Acordei assim hoje: com uma vontade imensa de falar sobre o que é realmente o amor e, por mais incrível que pareça, decidi começar com o que não é AMAR - até porque quero crer que muitos de nós conhecem melhor o que não é amor - alguns poucos se permitem viver relações para as quais estão prontos.


Não é amar: viver em função do outro, viver em uma confusão de pensamentos e sentimentos que tiram o foco, viver triste, com receio da perda, do abandono, da mentira, aceitar migalhas, viver se rastejando, falar o que não sente, conceder indefinidamente, adiar sonhos, encolher, esconder-se, deixar-se morrer, anular-se.

AMOR É MESMO UM MIAGRE. Embora todos queiramos experimentá-lo, buscamos parceiros que não têm condições de nos mostrar o caminho? Não sabem, não conhecem o que é amar. Ignoram como é bom ter alguém por perto para compartilhar, ser e estar.

Então, ao final, como é isso? Como é viver uma relação onde cada um dá o seu melhor? O amor floresce. Cada um decide - no dia-a-dia - escolher a relação. Com é viver dessa forma? Dois inteiros, dois que querem e investem no relacionamento, trocam?

Tenho amigos e amigas que vivem em histórias absurdas - aquelas que nascem para não dar certo. E a questão é sempre a mesma: SORTE, AZAR OU ESCOLHA? O que será? Fácil falar que não damos sorte no amor quando trazemos para nossas vidas tudo o que não dá, tudo o que não funciona, tudo o que não é amor.

Qualquer coisa
Pode ser paixão, excitação, autopunição, desejo - não sei. Pode ser qualquer coisa. Mas não AMOR. Essas situações mantém-nos reféns, nos fazem infantis, desajustados. Essas escolhas nos tornam eternos infelizes, vítimas, nos colocam no chão - abaixo do asfalto, abaixo do aceitável...

O AMOR É INCONDICIONAL... Ah, essa coisa que muitos vivem por aí não, não é verdadeiramente amor... Pode ser controle, dependência, pode ser simplesmente escolha com base em crenças erradas... Aquelas mesmas que trazemos da infância e repetimos na vida adulta. Crenças como "só eu vou poder mudá-lo(a)", "ele(a) me ama, só não sabe", "está acontecendo algo - forças estranhas separam nosso amor", "ele(a) me quer - só não consegue aceitar", etc, etc.

O pior é achar que tudo isso É NORMAL. Saiba que NÃO É NORMAL. Normal deveria ser o bom. Viver uma relação sem o medo eminente da perda, sem dor, sem sofrimento, sem qualquer função que nos tira do nosso foco, nossos sonhos, nossos planos de crescimento e desenvolvimento humano.

Normalidade
Posso lhes afirmar NÃO É NORMAL viver querendo morrer... Relações com essa dinâmica viciam. São como um THRILLER - cheias de EMOÇÃO, DE ALTOS E BAIXOS, DE PAIXÃO, VIDA E MORTE. Atraem por ser SUPER, SOBRENATURAIS, ENIGMÁTICAS... Fazem-nos viver na ilusão fora da realidade, nos esquecer da verdade, do ser, do amor verdadeiro. Enganamo-nos...

E como vocês também devem conhecer ou viver histórias parecidas, essa semana, conversando com a amiga de uma amiga, um caso me trouxe à mente como num espelho uma questão que demonstra o quanto podemos nos tornar ridículos quando no deixamos envolver em relações doentes...

Ela estava envolvida com um rapaz mais jovem - desempregado, não havia estudado, ciumento, violento, envolvido com outras mulheres, sem escrúpulos, com valores distorcidos, sem qualquer possibilidade de acompanhá-la e ao seu filho... Enfim, um problema sem tamanho... O mais incrível era ouvi-la dizendo: "MAS EU O AMO!" E, o mais complexo, ter de dizer a ela: "ISSO NÃO É AMOR! É DOENÇA! Busque ajuda. Converse com pessoas que vivem relações saudáveis. Veja como vivem. O que esperam um do outro. Como é seu dia-a-dia. Nessas relações o que há é RESPEITO, HARMONIA, DEDICAÇÃO, RESPONSABILIDADE. Há um cuidar da relação que os mantém fortes, unidos, íntegros, saudáveis. Um conviver que faz bem. Não tem soluços, não têm idas e vindas, rompimentos e voltas..."

Não foi fácil, mas arrisquei e tentei convidá-la a refletir, pensar, compreender o que estava em jogo nessa teimosia. "AMOR", comentei com ela, "é diferente do que está vivendo! É tranqüilo no que pode ser, quente no que deve ser..." É esse o amor que podemos escolher: sem sobressaltos, sem dor, sem tristeza, um amor leve, livre, solto, um amor que vem para ficar, para uma vida, para o tempo que durar...

Um amor que, sim, terá altos e baixos, conquistas e derrotas. Mas que se sobressai a todos os percalços que a vida um dia traz. Permanece...

Escolhas, sempre escolhas.


Sandra Maia é autora dos livros: Eu Faço Tudo por Você - Histórias e relacionamentos co-dependentes e Você Está Disponível? Um caminho para o amor pleno. Fale com ela no e-mail smaia@brpress.net.

http://br.noticias.yahoo.com/s/06012010/48/entretenimento-relacionamentos-nao-amor.html

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Sou enrolada, é fato

Pois é, depois de ter criado o blog com o nome "Do Noivado ao Altar" achei que ele não retratava tudo que pretendia escrever, já que depois do altar tem a lua-de-mel, os agradecimentos dos presentes recebidos, a casa nova...
Aí pensei, pensei e achei que seria legal "Do Noivado ao Casamento", mas este endereço já estava registrado, apesar de não tem nenhum blog no ar.
Apelei e coloquei "Noivado ao Casamento". Mas sabe quando tem uma coisinha incomodando e você fica pensando nela vez ou outra?
Pois é, a falta da preposição "do" no nome do blog era essa coisinha. (se meu noivo ler isso vai dizer que eu sou "chatinha", vai ver ele tem razão... rs)
Enfim, como minhas leitoras são fundamentais, e depois de um tempo sem comentários geral (esqueceram de mim!!! snif snif) a Ju disse que o endereço novo não estava aparecendo com as atualizações.
Antes de perder mais leitoras, resolvi logo a questão e voltei para o nome inicial.

Tá bem, não vou generalizar, mas que tem mulher chatinha e enrolada, isso tem.
E acho que sou uma dessas. rs

Alguém mais se candidata?

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Pausa nos preparativos para chegada do novo computador

Estou sempre às voltas com os preparativos do casamento, mas aproveitei que o noivo-companheiro viajou para passar o Natal e o Revéillon longe para dar uma pausa no assunto casamento, afinal, quem mais me aguenta ouvir falando no assunto é ele, que agora já aprendeu a me mandar ir conversar com as meninas da lista de noivas. Mas isso é outra história que conto depois.

Desde setembro estou querendo comprar um desktop e vender meu notebook. Comprei, acho que em outubro, um monitor (lindo, com 20', show de bola!) para usar com o desktop. Enquanto isso estou usando o note ligado a ele.
Pois bem, no sábado, dia seguinte da partida do meu noivo-querido, voltei a buscar informações sobre configuração e preço de computadores e hoje fechei por telefone/email e vou buscá-lo amanhã. EBA!!!!
Mas confesso que senti falta do meu amor para discutir com ele as opções.
É bem estranho quando a gente fica na dúvida do que escolher quando não  domina o assunto. Parece que quanto mais pesquisei sobre placa mãe, mas descobri e mais dúvida tive.
Lembra aquela história do professor que pergunta para turma se alguém tem dúvida e percebe que ninguém estudou, porque ninguém teve dúvida.

Amanhã devo passar boas horas fazendo a transferência dos arquivos e instalando os programas imprescindíveis. Falo como se não gostasse. rs
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